+ Três Lagoas

Por JPNEWS/Ana Cristina em 13/03/2018

Entrega de correspondências será prejudicada com a greve dos correios

No Centro de Distribuição Domiciliar da cidade, têm atualmente 38 empregados, sendo 32 carteiros, apenas 19 funcionários trabalham como carteiro, os demais atuam internamente

Divulgação -

A greve dos funcionários dos Correios de Três Lagoas deve afetar ainda mais na entrega de correspondências na cidade. O atraso é um dos grandes motivos de reclamações nos serviços prestados pelos Correios em Três Lagoas.

A demora para entrega das correspondências têm sido justificada pelos Correios pelo aumento da demanda .Diariamente, segundo a assessoria do órgão, são distribuídos 15 mil objetos em Três Lagoas. No Centro de Distribuição Domiciliar da cidade, têm atualmente 38 empregados, sendo 32 carteiros.

No entanto, segundo o diretor do sindicato que representa os trabalhadores dos Correios em Três Lagoas, Vinícius Perón, apenas 19 funcionários trabalham como carteiro, os demais atuam internamente.

Ainda segundo o sindicalista, as correspondências têm sido entregues com atraso de até 40 dias devido ao número reduzido de funcionários. A assessoria dos Correios, por sua vez, disse que as correspondências têm sido entregues no prazo contratado pelos clientes.

Entretanto, a fim de minimizar possíveis prejuízos à população quanto aos impactos na entrega, a empresa informou que está colocando em ação um Plano de Continuidade de Negócios, com previsão de realocação de pessoal, conforme necessidade levantada.

Os funcionários dos Correios de Três Lagoas atendem ainda o município de Brasilândia. “A demanda é muito grande para pouco funcionário “, disse o diretor do sindicato.

GREVE

Em relação à paralisação dos funcionários, a assessoria dos Correios disse que, mesmo reconhecendo que a greve é um direito do trabalhador, a empresa entende o movimento atual como injustificado e ilegal, pois não houve descumprimento de qualquer cláusula do acordo coletivo de trabalho da categoria.

“Com o objetivo de ganhar a opinião pública, as representações dos trabalhadores divulgaram uma extensa pauta de reivindicações que nada têm a ver com o verdadeiro motivo da paralisação de hoje: a mudança na forma de custeio do plano de saúde da categoria. O movimento está relacionado, essencialmente, às discussões sobre o custeio do plano de saúde da empresa, que atualmente contempla, além dos empregados, dependentes e cônjuges, também pais e mães dos titulares”, diz os Correios, em nota.

Para se ter uma ideia,  segundo a assessoria do órgão, hoje os custos do plano de saúde dos trabalhadores representam 10% do faturamento dos Correios, ou seja, uma despesa da ordem de R$ 1,8 bilhão ao ano. O assunto é fruto de ação no Tribunal Superior do Trabalho.

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