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Por Carlos Henrique com informações Campo Grande News em 29/03/2018

OAB lamenta morte de advogada encontrada com as mãos amarradas e nua

Clarinda foi encontrada morta no armazém da família. Polícia suspeita de latrocínio, roubo seguido de morte

Divulgação -

Em nota, a OAB/MS (Ordem dos Advogados do Brasil, seccional Mato Grosso do Sul) lamentou a morte de Clarinda Tamashiro, 72 anos, encontrada morta na tarde de ontem no armazém, na Rua Estevão Alves Corrêa, no Bairro Alto, em Aquidauana, distante 135 quilômetros de Campo Grande.

“É com profunda indignação e pesar que a Ordem informa o falecimento da advogada”, diz o texto. A advogada era viúva de Jorge Tamashiro, dono de um dos armazéns mais antigos da cidade, e considerado um dos pioneiros no município. Clarinda deixa um filho, o médico Sérgio Tamashiro.

 

Advogada posa para foto em momento de lazer (Foto: arquivo pessoal) Advogada posa para foto em momento de lazer (Foto: arquivo pessoal)
Local onde idosa foi encontrada morta (Foto: O Pantaneiro)Local onde idosa foi encontrada morta (Foto: O Pantaneiro)
Caso - Clarinda foi encontrada morta com as mãos amarradas por fio e nua no armazém da família. O principal suspeito de ter cometido o crime é um adolescente de 16 anos. Ele foi apreendido. A polícia investiga se há mais gente envolvida no crime. A vítima pode ter morrido por asfixia. Até o momento, a hipótese é de que, o crime tenha ocorrido pela manhã. 

De acordo com o site o Pantaneiro, a polícia acredita que a vítima tenha sido alvo de latrocínio - roubo seguido de morte. Também não é descartada a hipótese de violência sexual.

Flagrante - O adolescente foi flagrado por comerciantes da região espiando sobre o muro, o que chamou a atenção. O garoto, então, foi detido e a polícia acionada. Ele, que já havia roubado a vítima em outras situações, estava com os bolsos cheios de dinheiro. Na sequência, o corpo de Clarinda foi encontrado.

Em dezembro do ano passado, o adolescente roubou celular e R$ 5 mil da advogada, mas respondia pelo ato infracional em liberdade. Existe a suspeita de que, quando o menino chegou ao local, a mulher já estivesse morta, mas somente a perícia pode confirmar após laudos. A advogada ficou viúva em 2015 e desde então cuidava, sozinha, do armazém que era do marido.

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