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Por AVillalba/Correiodoestado em 26/01/2016

Polícia pode fazer reconstituição de morte de manicure por divergência em depoimentos

Adolescente e jovem presa deram versões diferentes para o crime e negam participação

 Divergência nos depoimentos sobre a morte da manicure Jennifer Nayara Guilhermete, 22 anos, pode fazer com a que a Polícia Civil peça uma reprodução simulada do crime, popularmente conhecida como reconstituição. Uma das suspeitas, Emilly Karoliny Leite, 19 anos, prestou depoimento na tarde desta segunda-feira (25) na 2ª Delegacia de Polícia Civil de Campo Grande.

Jennfifer foi morta a tiros no dia 15 de janeiro e foi localizada na Cachoeira do Ceuzinho. 

O delegado responsável pelo inquérito, Alexandre Amaral Evangelista, disse ao Portal Correio do Estado que Emilly confirmou a versão apresentada durante coletiva de imprensa na última quarta-feira (20). Ela afirmou a polícia que Gabriela Antunes Santos, 22 anos, foi a mentora do assassinato e teria puxado o gatilho, com ajuda de uma adolescente de 16 anos.

Emilly chegou a passar mal antes de prestar depoimento e foi atendida por uma equipe do Corpo de Bombeiros. Ela alega ser inocente e está presa por conta de mandado de prisão temporária. 

Em depoimento anterior, a adolescente apresentou a polícia a mesma versão com relação as circunstâncias do crime e autoria, mas apontou Emilly como a ajudante de Gabriela e negou sua participação.

A adolescente, que até então era tratada como colaboradora da polícia, passou a ser suspeita e sua participação no crime será investigada pela Delegacia Especializada de Atendimento à Infância e Juventude (Deaij), que já recebeu cópias do inquérito e deve trabalhar em conjunto com a 2ª DP.

O delegado disse ainda que continuam as investigações para descobrir o paradeiro de Gabriela, que está foragida, e que vai pedir a conversão da prisão temporária de Gabriela e Emilly para prisão preventiva no fim do inquérito, que deve ser encerrado no prazo de 30 dias a contar do dia 18.

O CASO

A Polícia Civil apurou que o homicídio aconteceu porque Gabriela e Jennifer tinham uma briga há cerca de quatro anos. A manicure havia namorado o atual marido de Gabriela e isso ainda era motivo de ciúmes. 

Conforme apurado no inquérito, primeiramente Gabriela foi até Jennifer, que estava na casa de uma cliente no bairro Vida Nova. O argumento utilizado para a vítima entrar no carro e sair do local era de que Gabriela queria resolver a briga que as duas tinham há quatro anos.

Foi até mencionado que as duas seguiriam para a casa de uma outra pessoa, que mora nas proximidades da avenida Euler de Azevedo, sentido a cachoeira Ceuzinho. Nessa residência, seria o local para haver a intermediação sobre a briga.

Emilly e a adolescente de 16 anos, que é sobrinha do marido de Gabriela, estavam no carro, junto com as duas outras mulheres.

Ao chegar no local do crime, Gabriela sacou uma arma e desceu do carro junto com a vítima, até a cachoeira, onde fez os disparos.

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